Edições anteriores

  • v. 2 n. 3 (2019)

    A Revista Îandé chega ao terceiro número de seu segundo volume. Para uma revista cujo título significa “nós todos”, essa edição não poderia ser mais feliz: recebemos dezenas de submissões espontâneas, que continuam em avaliação e editoração para os próximos números; a quantidade de pareceristas que voluntariamente trabalham na avaliação das submissões cresceu (e esperamos que, a cada edição, mais docentes estejam cadastrados no sistema da revista, garantindo que os artigos sejam examinados por pesquisadores especialistas); a fotografia da capa da revista é de um de nossos alunos de graduação, Rennan Willian da Silva, a quem agradecemos a colaboração; finalmente, os temas dos artigos aqui apresentados refletem a riqueza da interdisciplinaridade, um dos pilares da UFABC.

    Nós todos da UFABC estamos implicados no tema da melhoria do ensino no Brasil, abordado no artigo de Andressa Regina Vizin, e nas políticas de inclusão e ampliação do acesso universal ao ensino, assuntos pesquisados por Lorena Ismael Fernandes. Coincidindo com a criação do Bacharelado em Biotecnologia na UFABC, o artigo de Rafael Mejias traça o histórico da Bioeconomia no Brasil. A partir de textos de quatro autores clássicos da Filosofia da Ciência, campo fundamental no projeto pedagógico da UFABC, a pesquisa de Pedro Farhat discute alguns pressupostos do conhecimento científicoLucas de Paula Landin parte de um caso sobre urbanizaçãopara deslindar a relação entre cultura e política. Por fim, este é um número da Iandé que ressalta o que por vezes esquecemos: pesquisamos e escrevemos a partir de um lugar específico do planeta, a América Latina, e é desse lugar que nos falam os trabalhos de Amanda Soares de Melo, Heloísa Cristina Ribeiro e Paulo Henrique Campos Gal.

    Há futuro à vista quando alunos de graduação enxergam o mundo com tamanha intensidade e amplidão de pensamento. Boa leitura!

     

     

    Leonardo Freire de Mello e Paula Priscila Braga

    Julho/2019

  • A imagem é de uma lâmpada acesa. No canto esquerdo há o nome da revista ÎANDÉ - Ciências e Humanidades, volume 4 e número 1. Na parte inferior há o logo da Universidade Federal do ABC.

    Dossiê: Propriedade Intelectual e Capitalismo no século XXI
    v. 4 n. 1 (2020)

    Durante os primeiros meses do período de isolamento social devido à pandemia de 2020, enquanto as rotinas de trabalho e estudo se adaptavam à comunicação online, recebíamos para publicação um dossiê especial sobre Propriedade Intelectual e Capitalismo no século XXI, organizado pelo Prof. Dr. José Paulo Guedes Pinto, da UFABC.
    A relevância do tema foi ainda mais realçada pela expectativa de longos meses de vida digital, com o consequente impacto na economia mundial, bem como pela esperança depositada na criação e distribuição universal de uma vacina contra o Covid-19. Como ficarão as patentes relacionadas a medicamentos, vacinas, plataformas de comunicação e tecnologias de produção de alimentos e bens de consumo no mundo pós-pandemia?

  • Îandé Ciências e Humanidades

    v. 1 n. 1: Îandé – nós (todas e todos somos) pesquisadoras e pesquisadores!
    v. 1 n. 1 (2017)

    Îandénós (todas e todos somos) pesquisadoras e pesquisadores!

    Îandé é o pronome pessoal “nós”, em sua forma inclusiva no Tupi. Como explica o dicionário Tupi Guarani, no “Tupi existe outra forma do pronome pessoal NÓS (usada) quando se fala (de) pessoas (não incluídas) no NÓS” – que é Oré. Ao contrário dessa forma exclusiva, Îandé é inclusiva, por exemplo: “Îandé brasileiras/brasileiros”, ou seja, “nós (somos todas e todos) brasileiras e brasileiros”.

  • v. 2 n. 2: Ensaios etnográficos
    v. 2 n. 2 (2018)

    Aqui está a mais nova edição da Revista Îandé, composta por um dossiê temático organizado pela Profa. Dra. Marília Pisani e que apresenta os trabalhos produzidos por suas alunas e seus alunos da disciplina “Práticas em Ciências e Humanidades” do segundo quadrimestre de 2018 na Universidade Federal do ABC.

     

  • Îandé volume 3 número 1, 2019

    v. 3 n. 1 (2019)

    Uma pesquisa começa com uma pergunta. Algo no mundo incomoda, intriga e assim impulsiona o pesquisador a ir a campo ou a ler sobre assuntos que possam responder à dúvida original. Surgem alguns vislumbres de respostas –  as hipóteses – e a partir daí o aprofundamento da pesquisa encontra sua  meta: desenvolver uma argumentação que comprove a validade da hipótese.

    Não é fácil ter uma pergunta. Às vezes o sentimento de incômodo com uma situação nos engolfa em mal-estar difuso. Pesquisar, então, torna-se um alívio, porque dá forma à nuvem de consternação, dominando-a e transformando-a em dados, análises, descrições, redes de causalidades e, finalmente,   em proposições.

    Por isso, cada edição da Revista Iandé é uma amostra das perguntas sobre o mundo que jovens pesquisadores elegeram responder. Na edição que se segue, muitas dessas perguntas abordaram os rumos da cultura no Brasil, como no artigo de Graciela Medina sobre coletivos de cultura e nos relatos de vivências em espaços culturais da cidade de São Paulo tão distintos quanto uma roda de samba, um cabaré, uma ópera, um festival de anime, entre outros espaços visitados por estudantes de graduação da Profa. Lívia de Tommasi. Em uma época de censura e restrição de fomento público a propostas culturais libertárias, não é exagero enfatizar a riqueza desses relatos como prova da diversidade de experiências que o setor cultural da sociedade já provê, para que cada um procure livremente o que vivenciar, sem tutelagem.

    A questão da liberdade também incitou as perguntas de Fellipe Sena sobre a repressão à sexualidade durante o governo nazista na Alemanha, e aparece nas reflexões de Daniela Zago sobre os danos sociais e ambientais da sociedade do consumo, que culminam no sofrimento por privações básicas analisadas por Arquias Cruz em um estudo sobre a fome em São Paulo e no artigo de Lucas Mathias sobre sofrimentos físicos e mentais do trabalhador na era da uberização.

    No contexto das relações internacionais, o nacionalismo no Japão estudado por Ayana de Moraes e a análise feita por Renato Bilotta das doutrinas de política externa dos EUA nos anos Eisenwoher, adaptados a interesses momentâneos de um governo, tanto investigam casos específicos quanto nos alertam para perigos que nos espreitam.

    Ler a Iandé é uma forma de compreender as intuições da juventude sobre as dúvidas contemporâneas. Boa leitura.

     

    Paula Braga e Leonardo Freire de Mello

    dez. 2019

     

     

  • v.2 n.1: participação, movimentos sociais e políticas públicas
    v. 2 n. 1 (2018)

    Nesta edição, vemos todo o esforço do trabalho da equipe recompensado pela enorme diversidade e a interdisciplinaridade, tão características da UFABC e seu inovador projeto pedagógico. Através de onze artigos, divididos em um dossiê temático "Participação, movimentos Sociais e Políticas Públicas" e artigos originais, essa edição apresenta uma vasta gama de discussões, temas e conceitos, abrangendo diferentes campos do conhecimento e apontando interessantes e promissores caminhos para a pesquisa na Universidade.