Um ensaio sobre o romance Todos os Homens são Mortais
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Resumo
Este artigo tem por finalidade analisar o romance Todos os Homens são Mortais, da escritora francesa Simone de Beauvoir. Tomando como foco da análise as duas personagens principais, o conde Raymond Fosca e a atriz Régine, propõe-se uma leitura interpretativa do enredo do livro em seus principais momentos e nas suas temáticas mais fundamentais – finitude, liberdade, o sentido da história e da vida – a partir do auxílio teórico de três autores vinculados à tradição da filosofia existencial: Heidegger, Sartre e Camus.
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Como Citar
BRAGA, Paula Priscila; PIRES, Vinícius Ramos. Um ensaio sobre o romance Todos os Homens são Mortais. ÎANDÉ : Ciências e Humanidades, São Bernardo do Campo (SP), v. 2, n. 1, p. 148–163, 2018. DOI: 10.36942/iande.v2i1.36. Disponível em: https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/iande/article/view/36. Acesso em: 3 abr. 2026.
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Artigos
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Referências
CAMUS, A. O Mito de Sísifo. Rio de Janeiro: Record, 2014.
BEAUVOIR, S. O segundo sexo. Vol 1, Fatos e Mitos. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1970.
______. Por uma moral da ambiguidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005.
______. Todos os homens são mortais. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.
EMBAIXADA DA FRANÇA NO BRASIL. Marianne. Disponível em: https://br.ambafrance.org/Marianne . Acesso em: 01 de Fevereiro de 2018.
HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Petrópolis: Vozes, 2015.
ENCYCLOPEDIA BRITANNICA. Charles V. Disponível em: . Acesso em: 01 de Fevereiro de 2018.
SARTRE, Jean-Paul. O Ser e o Nada. Petrópolis: Vozes, 1997.
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EMBAIXADA DA FRANÇA NO BRASIL. Marianne. Disponível em: https://br.ambafrance.org/Marianne . Acesso em: 01 de Fevereiro de 2018.
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