O hip hop é sua casa
juventude, cura e circularidade nos encontros das florestas
DOI:
https://doi.org/10.36942/dialogossocioambientais.v9i26.1659Palavras-chave:
Hip Hop, encruzilhada, cura coletiva, corpos-territórios, AmazôniaResumo
Este artigo articula o Hip Hop como dispositivo de cura, pertencimento e agência política para jovens em contextos de vulnerabilidade socioambiental no Brasil. A partir de uma autoetnografia pluriversal, a contribuição atravessa três biomas para argumentar que o Hip Hop opera como encruzilhada (MARTINS, 2021): locus onde o visível e o invisível, o ancestral e o presente convergem. O projeto Amazônia Vive, da Produtora Ver-o-Som (Belém, PA), é mobilizado como instância empírica do reflorestamento das mentes.
Agradecimentos: FAPESP (Processo nº 2023/17026-4) e Programa Abdias Nascimento da CAPES.
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Referências
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