Lixo no mar e a armadilha da simplicidade

Autores

  • Carla I. Elliff Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo
  • Mariana Martins de Andrade Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo
  • Natalia de Miranda Grilli Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo
  • Vitória M. Scrich Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo
  • Alexander Turra Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo

Palavras-chave:

poluição marinha, responsabilidade compartilhada, colaboração

Resumo

O lixo no mar é um sintoma de um problema maior e demanda uma estratégia complexa para solucioná-lo. Soluções simplistas surgem como armadilhas ao não abordarem a questão da forma sistêmica visando resultados duradouros. Essas incluem soluções com ênfase em reciclagem, educação ambiental e culpabilização de consumidores e governos. Trazemos como exemplo o Plano Estratégico de Monitoramento e Avaliação do Lixo no Mar do estado de São Paulo, a partir do qual demonstramos que o diálogo para identificar estratégias convergentes pode ser um caminho para combater a poluição marinha.

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Publicado

2022-08-31

Como Citar

ELLIFF, Carla I.; ANDRADE, Mariana Martins de; GRILLI, Natalia de Miranda; SCRICH, Vitória M.; TURRA, Alexander. Lixo no mar e a armadilha da simplicidade. Diálogos Socioambientais, [S. l.], v. 5, n. 14, p. 15–18, 2022. Disponível em: https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/705. Acesso em: 15 abr. 2024.