https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/issue/feed Diálogos Socioambientais 2022-08-31T10:19:23+00:00 Luciana Travassos luciana.travassos.ufabc@gmail.com Open Journal Systems <p>Esta publicação é uma produção do Grupo de Acompanhamento e Estudos de Governança Ambiental (GovAmb) sediado no Instituto de Energia e Ambiente (IEE/USP), e do Laboratório de Planejamento Territorial, sediado na Universidade Federal do ABC. Ela nasceu vinculada ao Projeto Temático FAPESP 2015/03804-9 "Governança Ambiental da Macrometropole Paulista face à Variabilidade Climática - MacroAmb", parte do Programa FAPESP Mudanças Climáticas Globais, coordenado pelo professor Pedro Roberto Jacobi (IEE/IEA/USP). Com o título "Diálogos Socioambientais na Macrometrópole" foram publicados 12 números e desde Maio de 2022, a revista passou a se chamar "Diálogos Socioambientais", permitindo assim abarcar diversos territórios, territorialidades e temas vinculados às questões socioambientais, sempre com o foco na relação sociedade e natureza, em suas diversas dimensões.</p> <p>O objetivo é ser uma revista trimestral de divulgação científica interdisciplinar, com temas de interesse do projeto temático reunindo texto de pesquisadores do projeto e convidados, de acordo com a temática escolhida em cada número. São artigos curtos, de cerca de três páginas, preferencialmente ilustrados e com linguagem acessível a um público mais geral. A escolha temática é sugerida pela coordenação do projeto, formada por professores da USP e da UFABC, e deliberada pelo Conselho Editorial. A partir daí, um dos professores do projeto é convidado a participar como editor especial do número e, em conjunto com os editores, define temas e convites. Também em conjunto com os editores, analisa o material recebido e sugere alterações e ajustes aos autores<br />participantes.</p> https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/704 A Década do Oceano 2022-08-30T15:22:33+00:00 Coordenação-Geral de Oceano, Antártica e Geosciências karen.cope@mcti.gov.br <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Apresentação institucional sobre a Década do Oceano no Brasil&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:641,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;10&quot;:0,&quot;12&quot;:0}">Apresentação institucional sobre a Década do Oceano no Brasil.</span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/705 Lixo no mar e a armadilha da simplicidade 2022-08-30T15:28:51+00:00 Carla I. Elliff carlaelliff@gmail.com Mariana Martins de Andrade mariana.martinsdeandrade@gmail.com Natalia de Miranda Grilli nmgrilli@gmail.com Vitória M. Scrich vitoria.scrich@gmail.com Alexander Turra turra@usp.br <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;O lixo no mar é um sintoma de um problema maior e demanda uma estratégia complexa para solucioná-lo. Soluções simplistas surgem como armadilhas ao não abordarem a questão da forma sistêmica visando resultados duradouros. Essas incluem soluções com ênfase em reciclagem, educação ambiental e culpabilização de consumidores e governos. Trazemos como exemplo o Plano Estratégico de Monitoramento e Avaliação do Lixo no Mar do estado de São Paulo, a partir do qual demonstramos que o diálogo para identificar estratégias convergentes pode ser um caminho para combater a poluição marinha.&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:8705,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0,&quot;16&quot;:11}">O lixo no mar é um sintoma de um problema maior e demanda uma estratégia complexa para solucioná-lo. Soluções simplistas surgem como armadilhas ao não abordarem a questão da forma sistêmica visando resultados duradouros. Essas incluem soluções com ênfase em reciclagem, educação ambiental e culpabilização de consumidores e governos. Trazemos como exemplo o Plano Estratégico de Monitoramento e Avaliação do Lixo no Mar do estado de São Paulo, a partir do qual demonstramos que o diálogo para identificar estratégias convergentes pode ser um caminho para combater a poluição marinha.</span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/706 O papel das unidades de conservação na saúde e compreensão do oceano 2022-08-30T15:39:09+00:00 Priscila Saviolo Moreira prisaviolo@gmail.com Gabriela Carvalho Lourenço da Silva gabicarvalho.mar@gmail.com <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Os ambientes costeiros provêm inúmeros serviços ambientais quando protegidos. A gestão deste território, com o objetivo de garantir o acesso a estes benefícios, é feita por diversas instâncias, como órgãos de meio ambiente e agentes fiscalizadores. Destas instituições, as unidades de conservação, especialmente as áreas marinhas protegidas, contribuem com os objetivos da Década do Oceano, trabalhando para a saúde e compreensão dos nossos mares. O mosaico de áreas protegidas do litoral paulista cumpre com estes objetivos através de seus programas de gestão, atuando diretamente na proteção da sociobiodiversidade desta região.&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}">Os ambientes costeiros provêm inúmeros serviços ambientais quando protegidos. A gestão deste território, com o objetivo de garantir o acesso a estes benefícios, é feita por diversas instâncias, como órgãos de meio ambiente e agentes fiscalizadores. Destas instituições, as unidades de conservação, especialmente as áreas marinhas protegidas, contribuem com os objetivos da Década do Oceano, trabalhando para a saúde e compreensão dos nossos mares. O mosaico de áreas protegidas do litoral paulista cumpre com estes objetivos através de seus programas de gestão, atuando diretamente na proteção da sociobiodiversidade desta região.</span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/707 O oceano e o clima da Macrometrópole Paulista 2022-08-30T15:43:17+00:00 <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Este trabalho discute a importância do oceano para as condições climáticas da Macrometrópole Paulista. Aspectos relacionados interação de processos continentais com o oceano, responsáveis pela formação de circulações locais em mesoescala e por padrões de circulação em escala sinótica, serão discutidos, dando destaque para dois problemas principais. No verão, a ocorrência de tempestades severas, e no inverno, altas concentrações de poluentes atmosféricos.\n&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:641,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;10&quot;:0,&quot;12&quot;:0}">Este trabalho discute a importância do oceano para as condições climáticas da Macrometrópole Paulista. Aspectos relacionados interação de processos continentais com o oceano, responsáveis pela formação de circulações locais em mesoescala e por padrões de circulação em escala sinótica, serão discutidos, dando destaque para dois problemas principais. No verão, a ocorrência de tempestades severas, e no inverno, altas concentrações de poluentes atmosféricos.<br></span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/708 O oceano e a segurança alimentar na Macrometrópole Paulista 2022-08-30T15:47:35+00:00 Fausto Silvestri fsilvestri9@gmail.com Fabio Prior Caltabellotta fabio.caltabellotta@oregonstate.edu <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;A Macrometrópole Paulista é um território densamente povoado com mais de 33 milhões de habitantes, três vezes maior que a população total de Portugal. Diante de tal magnitude, onde a produção alimentar interterritorial não é suficiente para alimentar sua ávida população, intensificam-se os problemas relacionados à segurança e à soberania alimentar. Em um território com aproximadamente 750 km de linha de costa e demasiadamente dependente da importação de alimentos, o oceano pode exercer uma importante função no equilíbrio de sua balança comercial e sobretudo na oferta de alimentos de alto valor biológico.&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}">A Macrometrópole Paulista é um território densamente povoado com mais de 33 milhões de habitantes, três vezes maior que a população total de Portugal. Diante de tal magnitude, onde a produção alimentar interterritorial não é suficiente para alimentar sua ávida população, intensificam-se os problemas relacionados à segurança e à soberania alimentar. Em um território com aproximadamente 750 km de linha de costa e demasiadamente dependente da importação de alimentos, o oceano pode exercer uma importante função no equilíbrio de sua balança comercial e sobretudo na oferta de alimentos de alto valor biológico.</span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/709 Um Oceano produtivo e explorado de forma sustentável 2022-08-30T15:51:54+00:00 Cintia Miyaji cintia@paiche.com.br <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Diante do desafio de gerar conhecimento, apoiar a inovação e desenvolver soluções para otimizar o papel do oceano na alimentação sustentável da população mundial, discutimos nesse artigo como definir e como alcançar as bases para uma pesca sustentável na Litoral Paulista.&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}">Diante do desafio de gerar conhecimento, apoiar a inovação e desenvolver soluções para otimizar o papel do oceano na alimentação sustentável da população mundial, discutimos nesse artigo como definir e como alcançar as bases para uma pesca sustentável na Litoral Paulista.</span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/711 Cadê o berbigão e a Ciência para o Oceano 2022-08-30T16:02:19+00:00 <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;As grandes pressões sobre o meio ambiente na macrometropole ameaçam muitos espécies de extinção. A ciência cidadã pode ser utilizada para levantar informações sobre essas espécies, como o Berbigão (Tivela mactroides). O projeto Cadê o Berbigão mostra que a ciência cidadã é viável na macrometropole e como pode ser parte da conscientização sobre os oceanos.&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}">As grandes pressões sobre o meio ambiente na macrometropole ameaçam muitos espécies de extinção. A ciência cidadã pode ser utilizada para levantar informações sobre essas espécies, como o Berbigão (Tivela mactroides). O projeto Cadê o Berbigão mostra que a ciência cidadã é viável na macrometropole e como pode ser parte da conscientização sobre os oceanos.</span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/717 Águas que conectam 2022-08-31T10:19:23+00:00 Elisa Van Sluys Menck elisa.menck@alumni.usp.br Gabriela Marques Vendramel gabimvendramel@usp.br <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;A frente \&quot;Arte Oceano\&quot; da Cátedra UNESCO para Sustentabilidade do Oceano tem como interesse conhecer e trazer visibilidade a diferentes artistas que manifestam alguma conexão com o oceano em seus trabalhos. A busca vem, para além da apreciação intrínseca, compreender de que formas o oceano é representado pelas diversas expressões artísticas e diferentes olhares da sociedade. Sem a expectativa de ser um processo conclusivo, refletimos sobre a importância dessa conexão, oceano e arte, a nível individual e coletivo. &quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}">A frente "Arte Oceano" da Cátedra UNESCO para Sustentabilidade do Oceano tem como interesse conhecer e trazer visibilidade a diferentes artistas que manifestam alguma conexão com o oceano em seus trabalhos. A busca vem, para além da apreciação intrínseca, compreender de que formas o oceano é representado pelas diversas expressões artísticas e diferentes olhares da sociedade. Sem a expectativa de ser um processo conclusivo, refletimos sobre a importância dessa conexão, oceano e arte, a nível individual e coletivo. </span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/712 MaRemoto: a invasão da cultura oceânica nas escolas 2022-08-30T16:06:32+00:00 Natalia Pirani Ghilardi-Lopes natalia.lopes@ufabc.edu.br Juliana Imenis Barradas juimenis@gmail.com <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;Um “Oceano conhecido e valorizado por todos” é uma meta da Década do Oceano da ONU. O curso de extensão “MaRemoto: a invasão da cultura oceânica nas escolas” permitiu a aproximação de educadores de temas oceânicos para inserção em suas atividades de formação, para que os cidadãos do futuro sejam mais conscientes das nossas influências sobre o Oceano e das influências do Oceano em nossas vidas, independentemente de nossa distância em relação às áreas costeiras.&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}">Um “Oceano conhecido e valorizado por todos” é uma meta da Década do Oceano da ONU. O curso de extensão “MaRemoto: a invasão da cultura oceânica nas escolas” permitiu a aproximação de educadores de temas oceânicos para inserção em suas atividades de formação, para que os cidadãos do futuro sejam mais conscientes das nossas influências sobre o Oceano e das influências do Oceano em nossas vidas, independentemente de nossa distância em relação às áreas costeiras.</span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/714 Levando o oceano para o interior do estado 2022-08-31T10:00:06+00:00 Vitória Milanez Scrich vitoria.scrich@usp.br Natalia de Miranda Grilli nmgrilli@gmail.com Tássia Oliveira Biazon tassiabiazon@gmail.com Bruna Lima Ferreira bruna04lima@gmail.com Eduardo Domingos Borges eduardoborgesd@gmail.com <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;O oceano faz parte da vida de todos, mesmo dos que estão situados longe da costa. As pessoas têm uma relação intrínseca com o mar, na qual são impactadas e também podem impactar. Algumas conexões são mais explícitas, outras menos visíveis. Os exemplos trazidos pretendem demonstrar algumas das vias pelas quais o interior do país está mais próximo do oceano do que se imagina. Difundir o conhecimento sobre tais conexões é fundamental para construir uma relação próxima entre as pessoas e o mar onde quer que estejam, pois todas podem somar esforços para a sustentabilidade do oceano.&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}">O oceano faz parte da vida de todos, mesmo dos que estão situados longe da costa. As pessoas têm uma relação intrínseca com o mar, na qual são impactadas e também podem impactar. Algumas conexões são mais explícitas, outras menos visíveis. Os exemplos trazidos pretendem demonstrar algumas das vias pelas quais o interior do país está mais próximo do oceano do que se imagina. Difundir o conhecimento sobre tais conexões é fundamental para construir uma relação próxima entre as pessoas e o mar onde quer que estejam, pois todas podem somar esforços para a sustentabilidade do oceano.</span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/715 Transdisciplinaridade na ciência oceânica e a Cátedra UNESCO para Sustentabilidade do Oceano 2022-08-31T10:09:04+00:00 Katharina Grisotti Bohm kathigrisotti@gmail.com Giovanna Santini Ruta Lopes giovanna.santini.lopes@usp.br <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;A Década do Oceano é um momento único para ampliar uma perspectiva muitas vezes simplista sobre a importância do oceano e colocá-lo como ponto chave para atingir o desenvolvimento sustentável. Para que isso aconteça, a maneira de produzir ciência deve agregar uma visão transdisciplinar, que posicione o oceano no centro de uma teia de interconexões entre as diferentes áreas de conhecimento. A Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano é uma iniciativa que deseja unificar estes esforços, para compartilhar, canalizar, catalisar e catapultar a ciência oceânica para todos.\n&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}">A Década do Oceano é um momento único para ampliar uma perspectiva muitas vezes simplista sobre a importância do oceano e colocá-lo como ponto chave para atingir o desenvolvimento sustentável. Para que isso aconteça, a maneira de produzir ciência deve agregar uma visão transdisciplinar, que posicione o oceano no centro de uma teia de interconexões entre as diferentes áreas de conhecimento. A Cátedra UNESCO para a Sustentabilidade do Oceano é uma iniciativa que deseja unificar estes esforços, para compartilhar, canalizar, catalisar e catapultar a ciência oceânica para todos.<br></span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/703 O Oceano e a Sociedade 2022-08-30T15:10:21+00:00 Luciana Yokoyama Xavier lyxavier@usp.br Ana Lia Leonel ana.lia@ufabc.edu.br Alexander Turra turra@usp.br <p>O oceano é imenso e único, mas tem diferentes facetas que revelam a multiplicidade de relações que podem ser estabelecidas entre ele e a sociedade. Esse volume nos propõe um reconhecimento desse manancial de inquietudes e oportunidades para superarmos desafios e singramos rumo a um movimento que promova a transformação para um oceano e um planeta sustentáveis.</p> 2022-08-30T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/710 Povos e Comunidades Tradicionais e o direito ao oceano saudável 2022-08-30T15:57:17+00:00 Santiago Bernardes santiagoubatuba@gmail.com Aline Ishikawa alineishikawa.otss@gmail.com Ana Flávia Pinto anaubatubalagoinha@gmail.com <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;A relação dos povos tradicionais com o oceano é milenar e se reflete nas práticas de vida herdadas da ancestralidade. A pesca artesanal é uma atividade desenvolvida e transmitida pelas gerações, com tecnologias próprias e que garante uma fonte fundamental de alimento para as comunidades costeiras. Com a intensificação da exploração industrial e capitalista dos oceanos, assim como as alterações climáticas do planeta, os modos de vida desses povos foram diretamente impactados. Estes povos têm vivido integrados em ecossistemas marinhos realizando práticas de baixo impacto que contribuem para a qualidade desses ambientes. A existência de movimentos sociais que lutem pelos direitos dos povos que originariamente vivem e se reproduzem nos ambientes marinhos é fundamental para garantir a qualidade socioambiental e as culturas locais que se desenvolvem nos territórios marinhos, os “maretórios”. &quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}">A relação dos povos tradicionais com o oceano é milenar e se reflete nas práticas de vida herdadas da ancestralidade. A pesca artesanal é uma atividade desenvolvida e transmitida pelas gerações, com tecnologias próprias e que garante uma fonte fundamental de alimento para as comunidades costeiras. Com a intensificação da exploração industrial e capitalista dos oceanos, assim como as alterações climáticas do planeta, os modos de vida desses povos foram diretamente impactados. Estes povos têm vivido integrados em ecossistemas marinhos realizando práticas de baixo impacto que contribuem para a qualidade desses ambientes. A existência de movimentos sociais que lutem pelos direitos dos povos que originariamente vivem e se reproduzem nos ambientes marinhos é fundamental para garantir a qualidade socioambiental e as culturas locais que se desenvolvem nos territórios marinhos, os “maretórios”. </span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022 https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/716 Um mergulho no (des)equilíbrio de gênero no oceano 2022-08-31T10:13:21+00:00 Natalia de Miranda Grilli nmgrilli@gmail.com Mariana Martins de Andrade mariana.martinsdeandrade@gmail.com Bárbara R. Pinheiro barbara.pinheiro@icbs.ufal.br Leandra R. Gonçalves goncalves.leandra@unifesp.br <p><span data-sheets-value="{&quot;1&quot;:2,&quot;2&quot;:&quot;O oceano é repleto de narrativas sobre a relação do homem com o mar. Nessa narrativa, mulheres foram historicamente invisibilizadas, o que até hoje se traduz em desigualdade de reconhecimento e oportunidades nas diversas carreiras ligadas ao oceano. Aqui trazemos alguns dados desse desequilíbrio com o recorte da política e das Ciências do Mar, apresentamos algumas ações da Liga das Mulheres pelo Oceano em contribuir com a Década do Oceano e defendemos que os próximos 8 anos são uma grande oportunidade para a mudança desse cenário de desigualdade de gênero.&quot;}" data-sheets-userformat="{&quot;2&quot;:513,&quot;3&quot;:{&quot;1&quot;:0},&quot;12&quot;:0}">O oceano é repleto de narrativas sobre a relação do homem com o mar. Nessa narrativa, mulheres foram historicamente invisibilizadas, o que até hoje se traduz em desigualdade de reconhecimento e oportunidades nas diversas carreiras ligadas ao oceano. Aqui trazemos alguns dados desse desequilíbrio com o recorte da política e das Ciências do Mar, apresentamos algumas ações da Liga das Mulheres pelo Oceano em contribuir com a Década do Oceano e defendemos que os próximos 8 anos são uma grande oportunidade para a mudança desse cenário de desigualdade de gênero.</span></p> 2022-08-31T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2022