Da liberdade dos antigos comparada à dos modernos

Discurso pronunciado no Ateneu Real de Paris, 1819

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.36942/rfim.v5i1.1146

Palabras clave:

Liberdade, Sistema representativo, Antigos, Modernos, Revolução Francesa, Rousseau, Soberania, Direitos individuais, Benjamin Constant, Liberalismo

Resumen

Da liberdade dos antigos comparada à dos modernos é um discurso proferido pelo político suíço e pensador da política Benjamin Constant (1767-1830), em 1819, por meio do qual ele sintetizou duas concepções e vivências distintas de liberdade, a dos gregos e romanos antigos e a dos franceses, ingleses e estadunidenses da modernidade. Real ou imaginária, o fato é que tal distinção acabou se tornando um paradigma para muitos estudiosos da filosofia política, o que fez do discurso de Constant uma referência bastante presente nas bibliografias de muitas disciplinas de humanidades. Pelo seu caráter gratuito, o propósito desta tradução é facilitar ao público interessado o acesso a esse célebre texto de Benjamin Constant, oferecendo-lhe, no entanto, uma versão em português mais fiel do texto original comparada às outras traduções disponíveis em português, com os benefícios e prejuízos dessa fidelidade.

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Biografía del autor/a

Paulo Jonas Lima Piva, Universidade Federal do ABC

Graduado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1996), mestre em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1999) e doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2004), com estágio de doutoramento na Université Paris I - Panthéon - Sorbonne (2003-2004), junto ao “Groupe de Recherche sur l'Histoire du Matérialisme”, dirigido pelo Prof. Dr. Jean Salem, com financiamento da FAPESP. Também tem pós-doutorado junto ao Projeto Temático da FAPESP intitulado O significado filosófico do ceticismo, desenvolvido no Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade São Judas Tadeu, coordenado pelo Prof. Dr. Plínio Junqueira Smith, entre os anos de 2005 e 2008. Atualmente é professor adjunto, classe C/6, nível 3, no Centro de Ciências Naturais e Humanas da Universidade Federal do ABC (UFABC). Foi professor visitante na Universidade Federal do ABC (UFABC) de 2015 a 2016. Também foi professor associado na Universidade São Judas Tadeu (USJT), onde atuou na graduação e no programa de pós-graduação stricto sensu em filosofia de 2005 a 2015. Também é professor do programa de pós-graduação em filosofia da UFABC. Tem experiência na área de filosofia, com ênfase em Iluminismo francês, atuando principalmente nos seguintes temas: ateísmo, materialismo, ceticismo e ética. É autor dos livros O ateu virtuoso: materialismo e moral em Diderot (Discurso Editorial/Fapesp), de 2003, e Ateísmo e revolta: os manuscritos do padre Jean Meslier (Alameda Editorial/Fapesp), de 2006. É co-autor e organizador de Ensaios sobre Filosofia Francesa Contemporânea (Alameda Editorial/Fapesp), de 2009. Também participou, como autor e tradutor, das compilações Ensaios sobre o ceticismo (Alameda Editorial), de 2007, e de O outro como problema: o surgimento da tolerância na modernidade (Alameda Editorial), de 2010. Em 2015 participou com um ensaio do livro O neopirronismo de Oswaldo Porchat: interpretações e debate (Alameda Editorial). É um dos organizadores, tradutores e prefaciador do livro Dez provas da inexistência de Deus (Alameda Editorial), de 2012. É o responsável pelo ''Grupo de estudos sobre o ateísmo da UFABC'', vinculado ao CNPq.

Citas

CONSTANT, Benjamin. De la liberté des anciens comparée à celle des modernes. Disponível em: https://fr.wikisource.org/wiki/%C5%92uvres_politiques_(Constant)/De_la_libert%C3%A9_des_Anciens_compar%C3%A9e_%C3%A0_celle_des_Modernes. Acesso em: 07/04/2026.

Publicado

2026-04-07

Cómo citar

LIMA PIVA, Paulo Jonas. Da liberdade dos antigos comparada à dos modernos: Discurso pronunciado no Ateneu Real de Paris, 1819. Revista de Filosofia Instauratio Magna, [S. l.], v. 5, n. 1, p. 31–52, 2026. DOI: 10.36942/rfim.v5i1.1146. Disponível em: https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/instauratiomagna/article/view/1146. Acesso em: 27 jul. 2026.

Número

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