Análise dos conflitos do uso e ocupação do solo em área de preservação permanente - APP - urbana
Conteúdo do artigo principal
Resumo
O estudo visa identificar os conflitos existentes em relação ao uso e ocupação do solo, em relação às Áreas de Preservação Permanente – APP - em área urbana, através de um estudo de caso da área de APP em torno do córrego do Jardim Padroeira, Osasco, SP, localizado na área metropolitana de São Paulo. A análise permitiu observar que a área vem sofrendo alterações ao longo das décadas, mas que a função de preservação permanente da vegetação ainda não está sendo cumprida. Conclui-se que apesar das legislações vigentes no ordenamento territorial, ainda é difícil a aplicação dos mesmos em áreas de preservação permanente urbana.
Downloads
Detalhes do artigo
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.
Link da licença: http://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/
Você tem o direito de:
- Compartilhar — copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato para qualquer fim, mesmo que comercial.
- Adaptar — remixar, transformar, e criar a partir do material para qualquer fim, mesmo que comercial.
- O licenciante não pode revogar estes direitos desde que você respeite os termos da licença.
De acordo com os termos seguintes:
- Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado, prover um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas. Você deve fazê-lo em qualquer circunstância razoável, mas de nenhuma maneira que sugira que o licenciante apoia você ou o seu uso.
- CompartilhaIgual — Se você remixar, transformar, ou criar a partir do material, tem de distribuir as suas contribuições sob a mesma licença que o original.
- Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.
Referências
AZEVEDO, Emmanuel Silva; OLIVEIRA, Vládia Pinto Vidal. Reflexos do Novo Código Florestal nas Áreas de Preservação Permanente -APPs -urbanas. Universidade Federal do Paraná. Desenvolvimento e Meio Ambiente, v 29, p 71-91, abril, 2014.
FARIAS, Talden. COUTINHO, Francisco Seráphico da Nóbrega. Melo, Geórgia Karênia R.M.M. Direito Ambiental. 3ª Edição. Editora JusPODIVM. Salvador, 2015.
FREITAS, Vladimir Passos. Análise das Complexas Relações entre Pobreza e Meio Ambiente Urbano no Brasil. Unisul de Fato e Direito, ano XVII –n 12, janeiro de 2016.
GUIMARÃES, Bruno Bianchi; GUIMARÃES, Raul Borges; LEAL, Antonio Cezar. Código Florestal Brasileiro: análise do conceito de Área de Preservação Permanente e sua aplicação na bacia hidrográfica do Córrego São Pedro –Anhumas, São Paulo. Boletim Campineiro de Geografia, v. 5, n 1, 2015.
LABHAB -LABORATÓRIO DE HABITAÇÃO E ASSENTAMENTOS HUMANOS DA FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (São Paulo). Universidade de São Paulo. Impactos urbanísticos do Trecho Oeste do Rodoanel Mario Covas.2005. p. 93-94.
LUCAS, Renata Paula. O Código Florestal em Meio Urbano: Implicações da aplicação da Lei nº 7.803/89 na regularização de assentamentos irregulares em grandes cidades. Dissertação (Mestrado –Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Área de Concentração: habitat) –Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2008.
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. 21ª Edição. Malheiros Editores Ltda. São Paulo, 2013.
MARICATO, Ermínia. Brasil, cidades: alternativas para a crise urbana. 7ª Edição. Editora Vozes. Petrópolis, 2013.
OSASCO (Município). Lei Ordinária nº 1485, de 12 de outubro de 1978.Estabelece Os Objetivos e As Diretrizes Para Uso e Ocupação do Solo Urbano no Município de Osasco. Seção 2, p. 1.