Crianças e o racismo ambiental em periferias urbanas
DOI:
https://doi.org/10.36942/dialogossocioambientais.v9i26.1652Palabras clave:
infância, racismo ambiental, territórioResumen
O racismo ambiental distribui desigualmente riscos climáticos e condições ambientais entre grupos sociais, afetando de forma desproporcional territórios historicamente marginalizados. Este texto argumenta que a infância permanece sistematicamente ausente das análises sobre o tema, e que essa ausência empobrece tanto a ciência quanto às políticas públicas. A partir de uma perspectiva que reconhece as infâncias como plurais e territorialmente constituídas, discute-se como as desigualdades socioambientais atravessam a constituição subjetiva de crianças que crescem nesses contextos, e porque metodologias participativas são fundamentais para que esse conhecimento apareça.
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