Alquimistas do tempo ecológico
pertencimento, memória e ação climática juvenil
DOI:
https://doi.org/10.36942/dialogossocioambientais.v9i26.1657Palavras-chave:
juventude, pertencimento, metodologia, crise climática, favelasResumo
Este artigo propõe o conceito de alquimistas do tempo ecológico, que seriam jovens periféricos que transformam precariedade em competência política e ação climática. A partir do Instituto Perifa Sustentável, fundado em 2019 por três mulheres negras em São Paulo, apresenta-se uma metodologia de engajamento baseada em pertencimento, memória e inconformismo, articulando territorialidade, racismo estrutural e resistência juvenil como chaves para pensar a justiça climática a partir das margens.
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