Mulheres extrativistas e suas trajetórias nos territórios das reservas extrativistas

Autores

  • Maria Renilda Santana da Costa Associação Força da Mulher Rural (MulherFlor)
  • Laiane Costa dos Santos Comitê Chico Mendes
  • Kailane da Silva Souza Reserva Extrativista Riozinho da Liberdade
  • Karla Sessin-Dilascio Instituto Fronteiras

DOI:

https://doi.org/10.36942/dialogossocioambientais.v9i26.1648

Palavras-chave:

extrativismo, identidade, resistência

Resumo

Os relatos de experiência destacam o modo de vida nas Reservas Extrativistas da Riozinho da Liberdade e da RESEX Chico Mendes, ambos no Acre. As lideranças femininas relatam experiências de vida reforçando a importância de práticas extrativistas, da agricultura familiar e a relação direta com a floresta. Os relatos evidenciam o protagonismo das mulheres na luta por direitos e valorização cultural, além da importância da organização comunitária. Também apontam desafios atuais, como a perda de identidade entre os jovens, a pouca participação nas lutas coletivas e a saída para a cidade. As falas reforçam a necessidade de preservar saberes tradicionais e fortalecer o território para as futuras gerações.

Agradecimentos: Agradecemos ao Instituto Fronteiras pela conexão realizada para o envio destes textos no âmbito da nossa participação do XVI Encontro da Sociedade Brasileira de Economia Ecológica, que aconteceu em setembro de 2025, no Campus Floresta da Universidade Federal do Acre, em Cruzeiro do Sul/AC.

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Referências

Mussi, R., Flores, F., & Almeida, C. (2021). Pressupostos para a elaboração de relato de experiência como conhecimento científico. Práxis Educacional, 17(48), 1–18.

Sousa, T. (2023). Da seringa à farinhada: produção e modo de vida na Reserva Extrativista Riozinho da Liberdade, Vale do Juruá – Acre [Dissertação]. Universidade Federal do Pará.

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Publicado

2026-07-23

Como Citar

COSTA, Maria Renilda Santana da; SANTOS, Laiane Costa dos; SOUZA, Kailane da Silva; SESSIN-DILASCIO, Karla. Mulheres extrativistas e suas trajetórias nos territórios das reservas extrativistas. Diálogos Socioambientais, [S. l.], v. 9, n. 26, p. 11–13, 2026. DOI: 10.36942/dialogossocioambientais.v9i26.1648. Disponível em: https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/1648. Acesso em: 25 jul. 2026.