Juventude, floresta e futuro

resistir ao avanço da pecuária e preservar identidades

Authors

  • Sâmila Marçal de Souza Comitê Chico Mendes
  • Karla Sessin-Dilascio Instituto Fronteiras

DOI:

https://doi.org/10.36942/dialogossocioambientais.v9i26.1645

Keywords:

juventude extrativista, ativismo feminino, resistência territorial

Abstract

Este relato de experiência aborda a trajetória de reconexão com o território extrativista e os desafios enfrentados pela juventude diante das transformações sociais e culturais. A partir de vivências entre o campo e a cidade, evidencia-se o distanciamento em relação ao modo de vida da floresta, as pressões exercidas pelo avanço da pecuária e as dificuldades estruturais de acesso à educação, mobilidade e serviços básicos. Ao mesmo tempo, destaca-se o papel do ativismo, especialmente das mulheres jovens, na defesa da identidade, da organização política e do futuro das Reservas Extrativistas.

Agradecimentos: Agradecemos o apoio do Instituto Fronteiras e do Comitê Chico Mendes, por proporcionarem este espaço de diálogo.

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References

Mussi, R., Flores, F., & Almeida, C. (2021). Pressupostos para a elaboração de relato de experiência como conhecimento científico. Práxis Educacional, 17(48), 1–18.

Published

2026-07-23

How to Cite

SOUZA, Sâmila Marçal de; SESSIN-DILASCIO, Karla. Juventude, floresta e futuro: resistir ao avanço da pecuária e preservar identidades. Diálogos Socioambientais, [S. l.], v. 9, n. 26, p. 44–46, 2026. DOI: 10.36942/dialogossocioambientais.v9i26.1645. Disponível em: https://periodicos.ufabc.edu.br/index.php/dialogossocioambientais/article/view/1645. Acesso em: 25 jul. 2026.

Issue

Section

Jovens que pesquisam