A Agenda de inclusão financeira no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.36942/reni.v3i1.169Palavras-chave:
Inclusão, Inclusão Financeira, Agenda de Inclusão, População de Baixa RendaResumo
ís, com foco nas políticas de fortalecimento dos canais de acesso e de criação de instrumentos para melhor adequação dos serviços aos segmentos de menor renda, implementadas a partir da década de 1990. A pesquisa se caracteriza como um estudo descritivo-qualitativo. A coleta de dados se deu de forma indireta, realizada por meio da pesquisa documental, realizada nos meses de setembro a dezembro de 2016, por meio de leis, decretos, regulamentações, relatórios, atas dos fóruns de inclusão financeira, dentre outros, bem como de sites das organizações que estão diretamente relacionadas com o tema, tanto em nível nacional quanto internacional. Os dados foram analisados de forma qualitativa, por meio da análise de conteúdo. A pesquisa revelou que a agenda de inclusão financeira é fruto de um processo incremental, que se iniciou na década de 1970, com o microcrédito. A partir da década de 1990 a agenda ganha nova dimensão. Desde então, o Banco Central do Brasil (BCB) vem trabalhando com atores de diversos segmentos (públicos e privados) no fortalecimento dos canais de acesso e de criação de instrumentos para melhor adequação dos serviços aos segmentos de menor renda, com vistas a melhorar a inclusão financeira da população de baixa renda no país.
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