“Reboa pelos Musseques o Som Surdo do Tan-Tan”. Expropriações, Apropriações e Agência Africana nos Carnavais de Luanda
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Resumo
O artigo discute limites e possibilidades de acesso à “agência africana” através de representações jornalísticas dos agrupamentos carnavalescos formados nos musseques de Luanda durante o período colonial. Embora considere que o caráter “selvagem”, “exótico”, “tradicional” ou “folclórico” a eles atribuído diz mais sobre as visões de mundo dos jornalistas do que sobre as realidades que eles pretendiam retratar, defende a utilização da imprensa em busca de indícios sobre as experiências dos africanos e sobre a forma como eles expressavam, no Carnaval, suas esperanças, sua rebeldia e suas próprias percepções da realidade.
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